Esse fds semana rolou: filmes!

E porque nem só de livros e estudo vive a mulher, esse fim de semana eu tirei para assistir uns filminhos embrulhada no meu sofá, no meu cobertor felpudo e no meu marido. Com todo o estudo, com a dissertação para terminar e concurso para prestar, eu simplesmente não estava dando atenção a essa parte da minha pessoa.

MAASS resolvi tirar o atraso, largar todo o resto pro lado, e sentar a poupança.

Preciso salientar que eu tenho um pouco de dificuldade em encontrar um filme para assistir. Eu quero ver todos, e sempre me pergunto se “esse” ou “aquele” traduzem melhor meu estado de espírito… ou aquele… ou aquele… ou aquele… acho que deu para entender.

Dessa vez eu consegui! Já havia dado uma olhada na Netflix e separado um ou outro. Rolaram dois no sábado e dois no domingo, do jeito que a preguiça goxxta!

semretorno

Título: Sem retorno

Gênero: Ação, (semi) scifi

Ano: 2015

Diretor: Tarsem Singh

Sinopse: Damian (Ben Kingsley) é um bilionário que está muito doente. A saída que ele encontra para continuar vivo e, para sempre, é participar de um experimento, que consiste em transferir a sua mente para o corpo de um homem jovem e saudável (Ryan Reynolds). Mas a busca pela imortalidade revela efeitos colaterais com danos irreversíveis.

Opinião: Gostei bastante! Me surpreende o Ryan Reynolds estar virando gente, com uma atuação mais profunda que a de uma colher de chá. Não que esse seja um filme cheio de conflitos internos ou algo assim; mas pelo menos não é a) comédia romântica porcaria b) filme de heróis porcaria (porque eu AMEI Deadpool, mas nunca vou esquecer do Lanterna Argh! Verde) c) drama de meia-tigela. O filme é exatamente sobre o que está ali na sinopse: um velho muito endinheirado recebe a opção de trocar o corpo ferrado de um câncer por um mais novo, pela módica quantia de 250 milhões de doletas. O plot do filme é que o velho sr. Damien acha que o corpo é novo em folha, criado em laboratório – háhá, né? Antes dos 45 minutos do filme, meu marido virou pra mim e falou “Já sei, ele faz X e Y, e termina assim e assado”. E foi exatamente dessa forma. Ou seja, é um filme extremamente previsível, mas valeu. Valeu também por ver o Mr.Reynolds melhorzinho. Estamos evoluindo, Ryan, estamos evoluindo.

afontedavida

Título: A fonte da vida

Gênero: Drama, filme tênis verde (lembrar de escrever sobre isso depois… )

Ano: 2015

Diretor: Tarsem Singh

Sinopse: Na Espanha do século 16, o navegador Tomas Creo parte para o Novo Mundo em busca da lendária árvore da vida. Nos tempos atuais a mulher do pesquisador Tommy Creo está morrendo de câncer, mas ele busca desesperadamente a cura que pode salvá-la. Uma terceira história une as duas primeiras: no século 26, o astronauta Tom finalmente consegue a resposta para as questões fundamentais da existência.

Opinião: Assim… a Netflix, como sempre, e como todas as sinopses porcas que eu li, me vendeu o filme errado. O filme está classificado como ficção científica, o que claramente não é. Também tem essa história de “astronauta” aí, que gente, isso é de doer, pelamor, hein? Que dor, gentes! Na verdade, o filme é uma alegoria (inclusive, marido e eu estamos procurando se não é baseado em alguma lenda chinesa, indiana, asteca…): o médico está perdendo sua esposa para o câncer. O que aparece como passado é a história que a esposa estava escrevendo, e pede que ele termine. O que aparece como “futuro”, o tal astronauta, é só a forma dele lidar com isso, com a compreensão do que está acontecendo em sua vida. Quer dizer, é a minha opinião. Veja, e construa a sua – e depois venha debater comigo, faz favô. É drama, é psicológico, é alegórico. Dos bons. Só não vá com a vibe de “scifi”

No domingo resolvemos dar aquela passada na locadora maravilinda que tem aqui no bairro. A quantidade de filmes cult-clássicos é absurda, e eu estou louca para colocar minhas mãozinhas neles. Mas hoje… ah, hoje o que reinou foi a fantasia, a ficção fantástica, a sessão pipoca.

capitaoamerica2

Título: Capitão América – o soldado invernal

Gênero: Fantasia, Hq

Ano: 2014

Diretor: Joe Russo, Anthony Russo

Sinopse: Dois anos após os acontecimentos em Nova York (Os Vingadores – The Avengers), Steve Rogers (Chris Evans) continua seu dedicado trabalho com a agência S.H.I.E.L.D. e também segue tentando se acostumar com o fato de que foi descongelado e acordou décadas depois de seu tempo. Em parceria com Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), também conhecida como Viúva Negra, ele é obrigado a enfrentar um poderoso e misterioso inimigo chamado Soldado Invernal, que visita Washington e abala o dia a dia da S.H.I.E.L.D., ainda liderada por Nick Fury (Samuel L. Jackson).

Opinião: Bom, não preciso falar muito do enredo, né? Assisti porque estou enrolando desde o lançamento, e quero ver o Guerra Civil no cinema. O tal soldado dos infern invernos é meio que o pivô da briga no filme de agora, e achei válido ver o CA2 para me manter informada. Até que valeu.

Título: Mad Max – Além da Cúpula do trovãoMad-Max-Thunderdome

Gênero: Distopia, (semi scifi)

Ano: 1985

Diretor: George Miller, George Ogilvie

Sinopse: Depois de perder todos os seus pertences para uma gangue, o herói Mad Max (Gibson) vai parar em Bartertown, uma cidade sem-lei governada pela astuciosa Aunty (Tina). Para recuperar o que é seu, Max tem que obedecer às duras leis locais: participar de um a luta que só acaba com a morte de um dos lutadores contra um gigante (Larsson). Destaques: Terceiro e último capítulo das aventuras do herói futurista Mad Max, que traz a participação de Tina Turner

Opinião: Então, algumas considerações. a) Quando vimos o filme 2, nós jurávamos que era o três. b) Lembrando que o filme 1 tem, sei lá, 15 minutos de ação, nele todo. c) eu queria muito ouvir a Tina cantando We Don t Need Another Hero – mas a música só é tocada nos créditos. Continuando: que filme BOSTA, gentes! o filme se vale pelas primeiras cenas, até a luta na tal cúpula; e os últimos 20 minutos, na fuga da cidade. E pela Tina, claro. Fora isso, são uma hora e vinte totalmente desperdiçadas em cenas em que Mad Max, o grande, se bate com uma trupe de pirralhos que aparecem do nada e o confundem com outra pessoa. Se a cena dos Ewoks te irrita no Star Wars 6, você vai saber como me senti assistindo isso. Blérgh. Só valeu para tirar da lista.

Um comentário

  1. Tenho curiosidade de assistir aos Mad Max antigos, só assisti àquele do ano passado. Tenho reparado como eu tenho preguiça de assistir filmes novos, eu acabo cedendo se for de terror, mas acho que exploro muito pouco a netflix.
    Você ja assistiu O Operario?
    Beijo!
    ps: amando teu espaço pelo wordpress!

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s