Abarat, de Clive Barker

Do mesmo autor de Hellraiser. Aquele livro maravilhoso que a Darkside Books publicou ano passado? Preto com dourado, imitando couro, uma capa que me deu pena de me desfazer?

Aquele filme em que o vilão parece um tender natalino, cheio de cravinhos espetados? Pinhead. Yeah.

O mesmo autor que escreveu Candyman – o conto está na coletânea “Livros de Sangue”, que já está no meu Kindle, e também virou filme (que eu não assisti – a Barbara sim, e ela recomenda!) .

Então. Ele.

Dando aquela paquerada básica nas estantes durante minha ronda matinal nos andares da biblioteca, dei de cara com esse livro. Olhei o autor e fiz “opaaaaa!”, mas não era um livro de terror. Ao invés de ficar triste, fiquei ainda mais impressionada: um young adult não só escrito, como ilustrado, pelo próprio Barker.

IMG_20160525_101715
Escondido sob meu nariz!

No site da Companhia das Letras, editora do livro, eu busquei a sinopse:

Abarat é o primeiro dos quatro romances de fantasia da série infanto-juvenil escrita e ilustrada pelo escritor americano Clive Barker. Nesse primeiro livro, a menina Candy Quackenbush deixa o tédio de Galinhópolis, onde mora, para conhecer um mundo fascinante e imprevisível. O arquipélago de Abarat, povoado das mais estranhas criaturas, é banhado pelo Mar de Izabella, e cada uma de suas ilhas corresponde a uma hora do dia. Ao chegar a esse universo misterioso, Candy nem imagina o perigo que corre.
Cristóvão Carniça, o sinistro Lorde da Meia-Noite, tem um inexplicável interesse pela garota e tenta capturá-la por meio de inúmeros recursos mágicos e técnicos. Para fugir de Carniça e seu bando, ela conta com a ajuda de poucos amigos: João Treloso, um simpático ladrãozinho de oito cabeças muito tagarelas, um aprendiz de feiticeiro que sabe andar pelas paredes e lulas que funcionam como telescópios.
Seja nas garras de uma mariposa gigante, montada num Saltador-do-Mar, seja voando numa máquina feita com palavras, a garota viaja por Abarat sem rumo e sem descanso. Ela ainda terá de escapar de outros seres que a perseguem, como o rico empresário Rojo Pixler, que coleciona bichos exóticos. Mas as Irmãs de Fantomaya, três feiticeiras que parecem já conhecer a garota há muito tempo, fazem revelações a Candy e lhe dão conselhos enigmáticos.
A garota não entende exatamente o que as feiticeiras dizem, mas compreende que está ligada a Abarat por laços antigos e que é muito mais que uma estudante qualquer do Mais-Além (como os habitantes de Abarat se referem ao nosso mundo). Ela entende que tem uma missão importante para cumprir ali e que o futuro do arquipélago pode estar nas mãos dela.
Candy percorre todo o universo de Abarat, vivendo aventura atrás de aventura, numa jornada turbulenta que revela estranhos segredos sobre a vida e sobre ela própria.

Parece maravilhoso, mas acho que não vou ler. A editora nunca traduziu os outros 3 volumes, e nenhuma outra mostrou interesse nisso também – e eu detesto ler histórias com continuações “inatingíveis” (se eu for aos EUA eu compro o restante no idioma original e leio…).

Mas que o livro é LINDO, é! Só algumas imagens que fiquei paquerando:

E agora, ler ou não ler?

Um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s