Capa do filme O Congresso Futurista

Filmes de julho-2016

Julho. O mês que me livr… terminei a dissertação. Ficará para sempre marcado na minha vida. Eita, que foi um parto. Ainda estou nos ajustes super-finais (consertando resumo, elaborando a apresentação em .ppt…), mas já deu pra respirar mais. E ver filmes!

Eu não sei como o mundo funciona, mas sei como eu funciono. Eu vejo que as pessoas conseguem trocar estudos por Netflix e depois ficam sofrendo por não terem terminado o que deveriam. Eu INVEJO profundamente esses seresumaninhos!! Porque eu, com a cabeça cheia, pensando que devia estar estudando, ou estressada com alguma coisa, simplesmente não consigo me concentrar em assistir NADA. Nem um episódio de série, nem um filme babaca-besteirol. Fico me remexendo na cadeira, peço pra dar pausa, vou ao banheiro sete vezes, me desligo no meio do filme.

Então, se eu digo que ASSISTI 5 filmes, é porque o mar tava pra peixe.

Abrindo o mês, um dos filmes mais RUINS (eu sei que essa concordância não existe, mas eu precisava enfatizar) do ano:

Capa do filme Max Payne

Título: Max Payne

Gênero: HQ, fantasia

Ano: 2008

Diretor: John Moore

Sinopse: O policial de Nova York Max Payne está inconformado com a morte da esposa e bebê e enfrenta uma batalha sobrenatural para vingar-se daqueles que assassinaram sua família e seu companheiro de trabalho. Porém para ir adiante com sua revanche, ele terá que se infiltrar no submundo obscuro de mafiosos.

Opinião: Ô filminho mal feito, cara! Eu já havia ouvido falar que ficou uma bela de uma porcaria, mas eu nunca acredito nesses comentários – podem ser intriga da oposição, né? Mas não, é ruim mesmo! Baseado no jogo, a ideia era que você se sentisse na mesma atmosfera meio noir do game – mas os cortes mal feitos só me fizeram sentir vendo um filme produzido pelos alunos de cinema da UFF.

Capa do filme O Congresso Futurista

Título: O congresso Futurista

Gênero: Distopia

Ano: 2013

Diretor: Ari Folman

Sinopse: Antes do declínio de sua carreira, uma atriz decide vender sua imagem a um estúdio de cinema para ser escaneada e usada de maneira digital. Os anos passam e ela deve enfrentar uma vida em um mundo cibernético.

Opinião: O Congresso futurista é baseado em um livro, O Incrível Congresso Futurológico, de Stanislav Lem (que quero desesperadamente ler, mas está os olhos da minha cara na Estante Virtual, então, no, thanks) que alude à alienação derivada da tecnologia. No caso, vemos essa alienação do ponto de vista de Robin Wrigth, em papel dela mesma. Distopia, animações lisérgicas, o mundo apodrecendo. Muito bom!

Capa do Filme Deadpool

Título: Deadpool

Gênero: HQ, fantasia

Ano: 2016

Diretor: Tim Miller

Sinopse: O ex-mercenário Wade Wilson se recupera de uma doença e acaba adquirindo poderes. Com um estranho senso de humor e sede de vingança, ele sai em busca do homem que quase destruiu a sua vida.

Opinião: YEY! Vi no cinema, ainda esse ano, mas já revi em DVD. É bom demais! Sr. Ryan Reynolds, quem diria que eu estaria aplaudindo você de pé, hein? Não preciso falar muito, um dos melhores anti-heróis dos quadrinhos 😀

 

 

Capa do filme 007 contra Spectre

Título: 007 contra Spectre

Gênero: Ação

Ano: 2016

Diretor: Tim Miller

Sinopse: James Bond chega à Cidade do México e está pronto para eliminar Marco Sciarra sem que o chef M saiba da missão. O caso leva à suspensão temporária do agente, que passa a ser constantemente vigiado pelo governo britânico graças a uma tecnologia implantada em seu corpo por Q. Na tentativa de despistar os inimigos e até mesmo alguns de seus parceiros de trabalho, ele se responsabiliza por ajudar a filha de um desafeto. Toda a situação o leva ao centro de uma temida organização denominada Spectre.

Opinião: Nhé. Vale pelo Craig, que fica realmente muito bem nesse papel. Mas faltou a emoção dos outros, sabe? Um filme de fechamento, despedida do ator para o personagem. Mas achei, assim, querendo falar mal não, mas o roteiro é bem bostinha …

Capa do Filme A Viagem - Cloud Atlas

Título: Cloud Atlas (A Viagem)

Gênero: Scifi, distopia

Ano: 2013

Diretor: Tim Miller

Sinopse: Várias histórias em épocas diferentes, passado, presente e futuro, estão conectadas, mostrando como um simples ato pode atravessar séculos e inspirar uma revolução.

Opinião: A surpresa do mês! Tô enrolando há seculos, afinal, são 3 HORAS de filme. Como diria minha amiga aqui, “Mano, são três horas, pô!”. E eu ficava protelando assistir por acha que não ia aguentar. Lêdo engano, o filme passou voando, a forma de contar as seis histórias, os personagens diferentes com os mesmos atores (no final, ao apresentar o nome dos atores nos créditos, aparecem as caracterizações de cada um, e dá pra ficar bem impressionado 😀 ). Ótimo filme, imagino que irei revê-lo em breve.

PS. Eu tenho uma política de rever e reler coisas o mínimo possível, para dar tempo de ver/ler os trocentos outros títulos das minhas listas. Então, quando digo que revi/vou rever algo, é porque merece (ao menos para mim!).

3 comentários

  1. Preciso terminar de assistir Cloud Atlas. Estava assistindo e achei interessante, mas por alguma razão dei pause e não voltei a assistir 😦

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