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O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald

capa do livro O grande Gatsby, de F. Scott FitzgeraldTítulo: O Grande Gatsby (The Great Gatsby)

Autor: F. Scott Fitzgerald

Editora: Abril

Páginas:  221 p.

Ano: 1980 (1.ed. 1925)

Formato da leitura: Livro físico

Sinopse: Considerado um dos livros mais importantes do século XX, “O Grande Gatsby” é um consagrado sucesso de público e crítica. Em quase cem anos de sua publicação, teve adaptações para cinema, teatro e ópera e arrebatou milhares de fãs, entre eles, J. D. Salinger. Nos tempos de Jay Gatsby, o jazz é a música do momento, a riqueza parece estar em toda parte, o gim é a bebida nacional (apesar da lei seca) e o sexo se torna uma obsessão americana. O protagonista deste romance é um generoso e misterioso anfitrião que abre a sua luxuosa mansão às festas mais extravagantes. O livro é narrado pelo aristocrata falido Nick Carraway, que vai para Nova York trabalhar como corretor de títulos. Passa a conviver com a prima, Daisy, o marido dela, Tom Buchanan, e a golfista Jordan Baker, todos integrantes da aristocracia tradicional.

Opinião: Eu nunca tive bem um intereeeesse por esse livro. Não assisti aos filmes. Mas ele estava indicado no “1001 livros para ler antes de morrer”, e é um clássico. Me convenceu. Não queria ler digital (não me pergunte o porquê), e consegui comprar num sebo do RJ por R$7.

Comecei a leitura em janeiro ou fevereiro, e só concluí antes de ontem (praticamente em abril!); acho que isso já fala um pouco de como me dei com a leitura, né?

Acompanhamos a história entrecortada do misterioso personagem título, sr. Gatsby. Ele chega em uma cidade menor, compra a maior e mais cara casa da cidade, começa a dar festas incríveis, e a fofoca em torno dele começa a rolar. Essa também é a história de Dayse, mocinha frívola, casada com Tom – um casamento não lá bem essas coisas. E a realidade, o enredo nos leva em como esses dois pontos se encostam e entrelaçam. Nosso narrador está observando os fatos de fora, mais em próximo (é conhecido de ambas as partes, e vizinho de Gastby).

Eu curto muito o pano de fundo da Lei Seca americana. Gangsters, contrabando, metralhadoras thompson. Boardwalk Empire, Os Intocáveis. Mas olha… O livro é pequeno, mas o drama é grande. Na verdade, na verdade, Fitzgerald não é o escritor com meu estilo favorito. Comprei no mesmo sebo “Este lado do paraíso”, e não consegui ler de jeito nenhum. Não sei. Me dá uma coisa. Num rola.

Sei que, já pelo meio, eu estava me sentindo assistindo uma novela mexicana. Fulaninha ama o Carlos Daniel (entendedores entenderão 😛 ), que ama o outro, e joga na cara “Eu nunca/sempre te amei!!”. É claro que Fitzgerald tem umas passagens literariamente maravilhosas, umas frases de efeito ótimas… É claro que há as diversas interpretações dos pormenores, do pano de fundo da sociedade pós-guerra e blablablá… Mas eu continuo só enxergando as frivolidades rocambolescas dos personagens principais. Só faltou o irmão gêmeo malvado.

O livro é até bom. Simpático. Leitura rápida (se eu não tivesse largado no meio e voltado só essa semana). Não digo que não gostei. Só achei que seria diferente (expectativa é uma porcaria, mesmo).

2 comentários

  1. Também fui ler esse livro com o monstrinho da expectativa e me ferrei. Achei o livro razoável. Assista as adaptações, eu curti mais elas.

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