Cadernos reutilizados com encadernação japonesa

Refazendo cadernos

Eu tenho a feia mania de comprar cadernos. Adoro, caderninhos. Tenho especial apreço pelos do tipo “Moleskine”: capa dura, miolo com papel premium, amarelado. Gostoso de escrever, e, em geral, CARO. Não é um caderno que a gente ache a qualquer dez reais na Kalunga.

Então, quando eu tenho algum dinheiro sobrando, e estou vulnerável ao apelo consumista do mercado, eu COMPRO. Em geral das marcas Cícero (nacional, se pesquisar dá para achar mais em conta) e Pombo (gente, como eu gosto desse caderno! Vendia na Kalunga, mas nunca mais encontrei a marca – era meu favorito, e o mais barato).

Mas como toda maluca por papelaria, eu compro coisas que não preciso. E caderno é uma dessas coisas. Eu decido anotar, sei lá, os filmes que assisto; e então percebo que é besteira anotar isso, que não me serve… e fica mais um caderno com 15 páginas escritas, e mais nada. Porque não dá para arrancar páginas, porque ele fica com um buraco onde foram arrancadas (fora que é costurado, então você tira as páginas de um lado e elas soltam do outro). Aí eu perco a vontade de usar. Mas, poxa, peraí, tem outro vendendo a “só” R$45 na livraria…

Me peguei com uns 6 cadernos inúteis e cheios de páginas em branco. Lindos. Páginas quadriculadas,pespontadas, do jeito que eu gosto. Um Moleskine caríssimo que comprei por impulso e usei menos da metade. E eu estou tentando (juro!) não gastar mais dinheiro com coisas desnecessárias. Mas queria outros cadernos, para outras ideias.

SOLUÇÃO: catando pelas internetes, achei a encadernação japonesa. Ao contrário das outras que eu conhecia, seu padrão não é costurar folhas duplas em formato de caderno (o que não ia dar com o que eu tinha em casa, folhas de vários cadernos diferentes): você faz perfurações em folhas avulsas, e as une com uma costura muito fácil de ser feita (ao menos os furos mais simples, rsrs).

Modelos de encadernação japonesa
Modelos de encadernação japonesa – Oficina Trifólio

Eu não vou explicar como faço, porque acho que não precisa: segue a postagem do Blog Oficina Trifólio, que contém o vídeo-tutorial que assisti e que me ensinou esse básico da técnica. Espero que seja útil!

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