Pilha de livros e o kindle sobre um banco de madeira ao lado da escrivaninha

Desafio de primavera #2021

Todo ano eu elaboro um desafio literário de primavera para mim. Não sei que se é a vibe do Equinócio (a-do-ro equinócios e solstícios!), se é ver todo mundo teoricamente animado com a ida do inverno (se bem que, né, Brasil… inverno é relativo), mas é uma data que sempre me inspira.

Nos últimos anos (veja 2019 e 2018 aqui, eu não fiz post para 2020), meus desafios foram: ler mais autoras mulheres. Ano passado eu enfim consegui superar o número de autorAs ao de autores – e esse ano a conta já passou foi é longe.

Escrevendo minha página de primavera no bullet journal – sim, eu faço em todas as viradas de estação – a ideia veio na minha cabeça sem nem precisar de esforço: meu desafio desse ano é pegar pra terminar os livros que fui deixando para trás. Larguei no meio, não era o momento, enjoei. Veja bem, não estou falando dos abandonados; leituras abandonadas entram na minha lista no Excel já como “não retomo mais”.

Até agora, esse ano, eu li cerca de 140 livros. Minha lista na página de “livros lidos” não está nada, NADA fiel. Muita chick lit, muita coisa que leio em uma sentada, só para esfriar a cabeça. Releituras.

Mas fui largando um povo pelo caminho, viu? A questão de eu arrumar esse desafios é que fico até o final do ano sem pegar nada da minha listagem de querências (e, como sempre, eu fiz uma listagem de só 18 títulos e li, sei lá, três. De 140. \o/)

Dos livros de 2021, já tenho pendentes:

  • Fake fiction, org. Julia Dantas e Rodrigo Rosp (nem tá pendente que comecei a ler esse mês, mas entra na lista dos incompletos)
  • Sou péssimo em inglês, Carina Fragozo (sim, sou, horrível mesmo!)
  • A cidade dos amaldiçoados, John Wyndham (comprei por financiamento coletivo)
  • Seita, Paula Picarelli
  • 33 revoluções, Canek Sanchez Guevara (o neto do Che, totalmente contra a revolução)
  • Donos do mercado, João Peres, Victor Matioli
  • A vegetariana, Han Kang
  • A fúria, Silvina Ocampo
  • Gramsci em quadrinhos, Nestor Kohan, Marcelo Barbão
  • Capitalismo em Quarentena, org. Anselm Jappe, Clément Homs e Sandrine Aumercier

Se eu conseguir fechar esses, há os de 2020:

  • Princípios, Ray Dalio
  • Sal, açúcar, gordura, Michael Moss (esse é releitura, aí fico enrolando)
  • Por que amamos cachorros, comemos porcos e vestimos vacas, Melanie Joy
  • Universidade pública e democrática, João Carlos Salles (amo o tema, mas ele tergiversa muito…)
  • Transformando confusão em clareza, Yongey Mingyur Rinpoche (esse eu tô estudando)
  • Contos de assombro, Vários autores (Ed. Carambaia)
  • Reinvenção da intimidade, Christian Dunker (esse é interessante: eu li toda a parte sobre psicologia pessoal, pois era o momento; e agora eu tô super na vibe do social, e vou ler com prazer)
  • Kallocaína, Karin Boye (porrada esse livro, gente, porrada…)

Vamos ver quantos dessa conta eu consigo ler? Vou marcar aqui os que eu for conseguindo fechar.

E vocês aí, fazem uns desafios desses (superinventados) também?

2 comentários

  1. Ah, eu gostei dessa ideia! Tenho vários livros pela metade também 🙈 Você me inspirou a dar um jeito nisso. Aliás, gostei da planilha de Excel pra acompanhar as leituras. Vou adotar! 😁

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