Paulla Pereira

Tirando a poeira e leituras pela metade

Eu não sei o que aconteceu com 2022, mas posso resumir com: O BAGULHO TÁ FRENÉTICO!

Não bastasse ser ano de eleições, de copa do mundo (detesto), de pandemia (ainda, não se iludam)… ainda tem os de sempre (agrotóxicos, desmatamento, fome etcs), os fora da previsão (Guerra?), e a vida, que decidiu ligar o tratorzinho e sair atropelando tudo e as ondas levando os camarões (que podem não estar dormindo, apenas muito cansados).

E nessa já faz um tempo que não apareço aqui. Por que não quero? Não, porque não dá. E ainda mais: porque estou com livros pela metade praticamente desde o início do ano. Se no último eu consegui ler mais de 160 títulos, nesse eu cheguei, chorando, aos 15 lidos. Os que estão pelo caminho:

  • República das milícias, do Bruno Paes Manso
  • Sem esforço, Greg McKeown
  • Viúva de ferro, Xiran Jhay Zao
  • Desafio poliamoroso, Brigitte Vasallo

Tem mais uns pendurados desde 2021 (e 2020, e 2019). Estou tentando não me cobrar, mas não é só “produtividade”, ler faz parte do pacote importante da manutenção da minha saúde mental; o que quer dizer que, se eu não tô lendo, podem imaginar o quão descompensadas estão as coisas por aqui.

E vocês aí, têm lido? Têm conseguido largar o celular e ler umas pagininhas? Ou o trator de 2022 tá atropelando por todos os lados?

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